Rede social de filmes é avaliada em US$ 300 milhões, cerca de R$ 1,5 bilhão.
O Letterboxd, rede social voltada a filmes em que usuários registram o que assistem e atribuem notas às obras, avalia uma possível venda. Segundo reportagem do New York Times citada pelo Omelete, A24, Sony Pictures e o próprio jornal norte-americano aparecem entre os interessados no aplicativo.
A movimentação ocorre enquanto a plataforma é avaliada em US$ 300 milhões, aproximadamente R$ 1,5 bilhão. No relato anterior mencionado pela reportagem, o Letterboxd tinha valor de US$ 250 milhões.
Quem está interessado
A A24 é um estúdio independente responsável por filmes como O Drama e Marty Supreme. Já a Sony Pictures detém os direitos cinematográficos do Homem-Aranha, de acordo com a fonte.
O New York Times também é citado como possível comprador. Além de atuar como publicação jornalística, o grupo mantém aplicativos, jogos e outros veículos de mídia, entre eles o site esportivo The Athletic e o jogo de palavras Wordle.
Como o Letterboxd funciona
A plataforma permite que cinéfilos façam registros dos filmes vistos e publiquem avaliações. Os usuários também recebem recomendações baseadas no que as pessoas na rede estão assistindo.
Uma eventual compra pela A24 ou pela Sony criaria uma situação particular: frequentadores do Letterboxd poderiam continuar dando notas negativas a produções dos próprios estúdios que passassem a controlar o aplicativo. Ao mesmo tempo, as recomendações da rede seguiriam sendo influenciadas pela atividade do público.
O que ainda não foi definido
A reportagem citada aponta apenas os nomes de possíveis compradores e informa que o Letterboxd explora a venda. Não há, no material disponível, confirmação de acordo com A24, Sony Pictures ou New York Times.
Também não foram informados prazo para a conclusão de uma negociação, valor de uma eventual oferta ou mudanças previstas no funcionamento do serviço. A avaliação de US$ 300 milhões é o dado divulgado sobre o atual valor da plataforma.
Com informações de omelete.com.br.
Foto de capa: Chris Yarzab/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
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