Belém
Por Tiago da Silva Cândido · 17 de abril de 2026
Belém do Pará, porta de entrada da Amazônia brasileira, pede de três a quatro dias.
O básico da viagem é o Ver-o-Peso com a Cidade Velha, a Estação das Docas, o Theatro da Paz, a Basílica de Nazaré, o Mangal das Garças e a Ilha do Combu.
Fundada em 1616 pelos portugueses às margens da Baía do Guajará, Belém cresceu como o grande porto da Amazônia.
As atrações principais ficam relativamente perto umas das outras, entre a Cidade Velha, o Comércio, a Campina e Nazaré.
O Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi, instituição de pesquisa criada no século 19, tem árvores e animais amazônicos.
A cozinha paraense é das mais particulares do Brasil, baseada em mandioca, peixes de rio, ervas e frutas amazônicas.
Belém é quente o ano todo, e a temperatura quase não muda entre as estações. O que varia é a chuva.
Três dias cobrem as atrações principais sem correria. Com quatro ou cinco, dá para incluir um passeio de um dia fora da cidade.
Os ônibus urbanos são baratos, mas as linhas confundem quem não conhece a cidade. O aeroporto fica no bairro de Val-de-Cans, ao norte do centro.
Se puder escolher a data, vá na época mais seca ou planeje com antecedência para ver o Círio.
Do outro lado do Rio Guamá, a cerca de 15 minutos de barco, a ilha tem restaurantes em palafitas, igarapés e produção artesanal de chocolate com cacau local.