Finanças
Por Tiago da Silva Cândido · 4 de março de 2026
Dá para minerar criptomoedas em casa, mas o equipamento muda conforme a moeda.
Bitcoin exige ASICs, máquinas caras e barulhentas que consomem cerca de 3.000 watts; com um computador comum, a opção mais usada é o Monero, minerado pelo processador.
Moedas como Bitcoin e Monero usam a chamada prova de trabalho (proof of work).
Uma correção que ainda confunde muita gente: o Ethereum não é mais minerado.
24 horas
A energia é o principal custo da mineração, porque o equipamento fica ligado 24 horas por dia.
A conta é simples: potência em watts × 24 horas × 30 dias ÷ 1.000 dá o consumo em kWh por mês.
O caminho mais barato para começar é usar o processador que você já tem, minerando Monero em um pool.
Se o objetivo é Bitcoin, não há atalho: processador e placa de vídeo não têm chance contra os ASICs.
Sim, não há proibição. O marco legal dos criptoativos (Lei 14.478/2022) regula as empresas que prestam serviços com esses ativos, como as corretoras.
Para a maioria das pessoas, minerar em casa funciona melhor como forma de aprender do que como renda.
O celular tem pouco poder de cálculo, esquenta e gasta bateria, e a Google Play proíbe, desde 2018, aplicativos que minerem criptomoedas no próprio aparelho.