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DRaaS para empresas: o que é, como funciona e como contratar

Por Tiago da Silva Cândido · 6 de março de 2026

Disaster recovery as a service (DRaaS), ou recuperação de desastres como serviço.

Em vez de manter um segundo data center, a empresa paga pelo serviço e volta a operar em minutos ou horas, conforme o que contratar.

Como o DRaaS funciona na prática

Um software instalado nos servidores, ou na camada de virtualização, copia os dados para a nuvem do provedor.

A primeira cópia é completa; depois disso, só as alterações são enviadas, de forma contínua ou em intervalos definidos.

RPO e RTO: as duas metas que definem o serviço

A primeira é quanto dado a empresa aceita perder, o RPO (recovery point objective): um RPO de 15 minutos significa que.

DRaaS não substitui o backup

A velha regra 3-2-1 continua valendo: três cópias dos dados, em dois tipos de armazenamento, com uma delas fora da empresa.

Nas nuvens públicas, os serviços mais conhecidos são o AWS Elastic Disaster Recovery, da Amazon Web Services (AWS), o Azure Site Recovery, da Microsoft.

Modelos de contratação e como a cobrança costuma funcionar

As três têm região de data center no estado de São Paulo, o que ajuda quem prefere manter os dados no Brasil.

O que perguntar ao provedor antes de assinar

Réplicas guardadas fora do Brasil também seguem as regras da LGPD para transferência internacional.

Quando o DRaaS vale a pena e quando não é prioridade

Nesses casos, o custo de horas paradas costuma superar com folga a mensalidade.

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Se as réplicas contêm dados pessoais de clientes ou funcionários, o provedor vai tratá-los em nome da empresa.

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