Moda
Por Tiago da Silva Cândido · 25 de março de 2026
Nada disso impede ninguém de ter uma vida financeira tranquila. Só reforça a importância de começar com o básico bem feito.
Datas com gastos extras, como Natal, férias e começo do ano letivo, merecem uma linha própria no orçamento.
Se existem dívidas, elas vêm antes de qualquer investimento, porque os juros que você paga costumam ser bem maiores do que qualquer rendimento seguro.
A reserva de emergência é o dinheiro que cobre imprevistos, como perda de renda, um problema de saúde ou o conserto do carro, sem que você precise recorrer a empréstimo.
Uma referência comum é guardar de três a seis meses dos seus gastos básicos.
Com as dívidas caras quitadas e a reserva montada, dá para pensar em investir para objetivos maiores.
Como as mulheres tendem a viver mais e a ter mais interrupções na carreira, a aposentadoria merece atenção desde cedo.
Dividir a vida não significa abrir mão do controle sobre o próprio dinheiro.
Reter documentos, cartões, salário ou bens da parceira é uma forma de violência reconhecida pela Lei Maria da Penha, chamada de violência patrimonial.
Formalizar a atividade como MEI, quando o negócio se encaixa nas regras, dá acesso a CNPJ e aos benefícios da previdência.
Se você vive essa situação, o Ligue 180, a Central de Atendimento à Mulher, funciona de graça e orienta sobre os próximos passos.