Decoração
Por Tiago da Silva Cândido · 27 de novembro de 2025
A luz central do teto sozinha fica atrás de quem cozinha e joga a sombra do corpo sobre a tábua.
Prefira branco neutro ou levemente quente e ligue essa luz num interruptor próprio.
A solução é pensar em camadas. A luz geral ilumina o ambiente todo, com plafon, painel ou spots distribuídos.
Uma terceira camada, opcional, destaca prateleiras, nichos ou a ilha. Cada camada em seu próprio circuito permite acender só o que você precisa em cada momento.
A fita fica escondida na parte de baixo do móvel e ilumina o tampo a poucos centímetros de distância, sem ofuscar.
Para a área de preparo, o branco neutro, por volta de 4000 K, mostra bem a cor dos alimentos e dá sensação de limpeza.
Se a cozinha é integrada à sala, um branco levemente quente, por volta de 3000 K, conversa melhor com o resto da casa.
Quanto mais alto, mais fiel fica a cor de carnes, verduras e temperos. Para cozinha, procure IRC de 80 para cima, e mais alto se você cozinha muito ou fotografa pratos.
A área do cooktop costuma ter luz na própria coifa ou no depurador. Se o seu modelo não tiver, um spot bem posicionado resolve essa parte da bancada.
Para o preparo de alimentos, sim, desde que a fita tenha boa potência e cubra toda a extensão da bancada.
Não. Um branco levemente quente, por volta de 3000 K, funciona bem, principalmente em cozinhas integradas.