Turismo
Por Tiago da Silva Cândido · 5 de janeiro de 2026
Os mapas rodoviários impressos continuam úteis como visão geral do trajeto e como plano B quando o celular falha.
Nenhum mapa resolve tudo sozinho. A tabela abaixo ajuda a escolher o que usar em cada momento da viagem.
É muito bom em regiões metropolitanas e rodovias movimentadas. Depende de internet, então em trechos longos sem cobertura ele perde boa parte da utilidade.
Organic Maps, OsmAnd e Maps.me usam o OpenStreetMap, um mapa colaborativo, e foram pensados para uso off-line.
Faça isso em casa, com Wi-Fi, porque o arquivo de uma região grande pode ocupar bastante espaço.
O ponto fraco é a desatualização: estradas duplicadas, trechos novos e mudanças de numeração não aparecem em mapas antigos.
Nas federais, a contagem de quilômetros costuma recomeçar em cada estado, então o "km 100 da BR-116" existe em mais de um lugar.
Se quiser entender melhor os outros tipos de mapa do país, como o político, o físico e o de fusos horários, veja o guia sobre mapas do Brasil e como ler cada um.
O GPS funciona sem dados móveis. O que precisa de internet é carregar o mapa; por isso, com um mapa baixado off-line, a navegação continua funcionando normalmente.
Os baseados no OpenStreetMap costumam ter mais detalhe em estradas vicinais, mas nenhum é perfeito nesse tipo de trecho.
Para ideias de destinos e roteiros de carro, veja também o post sobre a Quatro Rodas Viagens e seus roteiros.