Turismo
Por Tiago da Silva Cândido · 30 de novembro de 2025
Algumas são raras porque vivem em um único canto do mundo; outras, porque florescem poucas vezes na vida ou quase desapareceram da natureza.
Nas seções seguintes você encontra o que torna cada uma especial e onde ela pode ser vista.
A história de um coletor que retirava essas orquídeas da natureza virou o livro O Ladrão de Orquídeas, de Susan Orlean.
Trata-se de uma camélia levada da China para a Inglaterra no início do século 19 pelo viveirista John Middlemist e que teria desaparecido do país de origem.
3.000 metros
Maior bromélia do mundo, cresce em encostas acima de 3.000 metros de altitude no Peru e na Bolívia.
Os exemplares mais visitados ficam no Parque Nacional Huascarán, no Peru.
A representante brasileira da lista é parente do amarílis e cresce em paredões rochosos úmidos da Serra dos Órgãos, no Rio de Janeiro, muitas vezes perto de cachoeiras.
A mais vendida no Brasil é a Selaginella lepidophylla, uma planta do deserto de Chihuahua, entre o México e os Estados Unidos.
Das espécies desta lista, poucas se adaptam a um jardim doméstico no Brasil.
A camélia Middlemist's Red costuma ser apontada como a mais rara, por ter pouquíssimos exemplares conhecidos.
Sim. A imperatriz-do-brasil, da Serra dos Órgãos, é um exemplo, e o país tem muitas orquídeas e bromélias de distribuição restrita, algumas ameaçadas de extinção.