Foto: böhringer friedrich/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.5)
Decoração
Por Tiago da Silva Cândido · 27 de abril de 2026
A escolha certa depende primeiro do ambiente (se molha, se pega gordura, se fica exposto ao sol e à chuva) e só depois do visual.
Foto: böhringer friedrich/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.5)
A seguir estão os tipos, onde cada um funciona e o que conferir antes de comprar.
Há formatos pequenos, como o metrô (subway), e placas maiores que reduzem o número de juntas. Funciona em qualquer parede interna, seca ou molhada, inclusive dentro do box.
Mais denso e menos absorvente que a cerâmica, aparece em versões que imitam mármore, madeira, cimento e pedra.
Foto: böhringer friedrich/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.5)
Ardósia, pedra São Tomé, miracema e mármore, em placas ou em filetes (tiras finas assentadas lado a lado), trazem textura e peso visual.
Papel de parede, placas 3D de gesso ou PVC e adesivos são o caminho mais rápido para mudar uma parede seca sem quebra-quebra.
Na cozinha, a faixa entre a bancada e os armários é a parte que mais sofre com água e gordura.
O vídeo abaixo mostra, na prática, como assentar revestimento cerâmico.
Na maioria dos casos, sim, desde que o revestimento antigo esteja bem aderido (sem som oco ao bater) e sem trincas.
Foto: böhringer friedrich/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.5)
Cerâmica e porcelanato esmaltados com rejunte de boa qualidade. Superfícies lisas e com poucas juntas acumulam menos sujeira que pastilhas, pedras e texturas.
Sim, e é o uso mais comum. Uma parede de destaque com ripado, pedra, tijolinho ou porcelanato de placa grande cria um ponto focal sem pesar o ambiente.
Foto: böhringer friedrich/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.5)