Looks e Tendências
Por Tiago da Silva Cândido · 7 de fevereiro de 2026
Hatter não é um modelo de chapéu: em inglês, a palavra quer dizer chapeleiro.
Foto: Lewis Carroll/Wikimedia Commons (domínio público)
A referência costuma ser o chapéu do Chapeleiro Maluco, de Alice no País das Maravilhas, alto e parecido com uma cartola.
O personagem mais famoso com esse nome é o Chapeleiro Maluco, de Alice no País das Maravilhas, livro de Lewis Carroll publicado em 1865.
Como hatter não é um modelo definido, o nome acaba aparecendo em chapéus de formatos diferentes.
No dia a dia, ele deve ser a única peça de destaque, e o resto da roupa fica simples, com poucas cores e sem estampas grandes.
Foto: Lewis Carroll/Wikimedia Commons (domínio público)
Para usar fora de festa, prefira versões de feltro em cor escura, como preto, marrom, vinho ou verde-musgo, sem cartão e sem inclinações exageradas na copa.
A maquiagem pode seguir o personagem, com olhos contornados em cor forte, mas a fantasia já fica reconhecível sem ela.
Em chás, aniversários e festas com tema Alice no País das Maravilhas, nem sempre a proposta é ir fantasiada.
Chapéus altos ficam mais firmes com cabelo solto, rabo baixo ou coque baixo na nuca. Coque alto e rabo no topo da cabeça empurram o chapéu para cima.
Para festas, junte duas ou três referências do personagem, como o colete, o laço e o cartão "10/6", e o visual já fica reconhecível.
Chapéus de feltro devem ser guardados em caixa ou apoiados de cabeça para baixo, sem peso em cima, longe de sol e umidade.
Foto: Lewis Carroll/Wikimedia Commons (domínio público)