Foto: Beth Castelo from Rio de Janeiro, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
Finanças
Por Mateus · 24 de setembro de 2026
Foto: Harrison Keely/Wikimedia Commons (CC BY 4.0)
Juros altos, inadimplência, recuperações judiciais e avanço das vendas online pressionaram o emprego formal no setor.
O resultado foi puxado pelo varejo, que perdeu 51,7 mil vagas nos sete primeiros meses do ano.
Foto: Beth Castelo from Rio de Janeiro, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
O saldo do comércio contrasta com o mesmo período de 2025, quando o setor havia criado 125,8 mil vagas.
De acordo com o estudo citado pelo Estadão, foram destruídas 133,8 mil vagas na comparação entre os dois períodos.
Em julho, as vendas do varejo caíram 0,8% ante junho, já descontados os efeitos sazonais, informou o IBGE.
4,9%
No mesmo mês, as vendas de móveis e eletrodomésticos recuaram 4,9%, a maior retração desse grupo desde dezembro de 2023.
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Foto: Harrison Keely/Wikimedia Commons (CC BY 4.0)
A situação financeira das varejistas também pesa. A consultoria RGF Bizdoc contabilizou 1.649 CNPJs do comércio em recuperação judicial no primeiro semestre.
A proximidade da Black Friday, no fim de novembro, e do Natal, em dezembro, deve elevar a contratação de trabalhadores temporários.
Para Janaína Feijó, porém, esse movimento não deve ser suficiente para reverter o resultado negativo do emprego formal no comércio em 2026.
Foto: Beth Castelo from Rio de Janeiro, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)