Em setembro, valor final depende das informações registradas no Cadastro Único; R$ 300 no Ceará é de programa estadual.
Famílias inscritas no Bolsa Família podem receber, neste mês, valores adicionais que variam conforme a composição registrada no Cadastro Único. Os complementos citados são de R$ 150 por criança de até 6 anos e de R$ 50 para grupos que se enquadram nas regras do programa.
O total não é igual para todos os beneficiários. Idade, renda e situação dos integrantes da família influenciam o cálculo, e uma mesma casa pode ter mais de um adicional quando houver dependentes nas condições previstas.
Adicional para crianças pequenas
O Benefício Primeira Infância acrescenta R$ 150 para cada criança de até 6 anos na família. Assim, o número de crianças nessa faixa etária interfere diretamente no valor mensal recebido.
Segundo as informações publicadas pelo Jornal Cruzeiro, esse complemento busca reforçar a renda de famílias com crianças pequenas. O adicional é considerado a partir dos dados disponíveis no Cadastro Único.
Quem pode receber R$ 50
O pagamento de R$ 50 é destinado a grupos que atendem às exigências do programa. Estão entre eles gestantes, mulheres que amamentam, crianças e adolescentes.
Complementos dependem da composição familiar e das regras de cada programa.
- R$ 150Primeira Infânciapor criança de até 6 anos
- R$ 50Grupos previstosgestantes, nutrizes, crianças e adolescentes
- R$ 300Ceará Sem Fomeprograma estadual
A quantidade de pessoas da família enquadradas nessas situações altera o total do benefício. Por isso, não há um valor adicional único para todos os inscritos no Bolsa Família.
R$ 300 no Ceará é outro programa
No Ceará, algumas famílias podem receber R$ 300 pelo Ceará Sem Fome, voltado à compra de alimentos. Esse pagamento estadual tem regras próprias e não é um adicional oficial do Bolsa Família.
Uma pessoa que recebe o benefício federal pode ser contemplada pelos dois programas se cumprir os critérios estabelecidos. O valor estadual não é liberado automaticamente a todos os beneficiários do Bolsa Família.
Dados do CadÚnico definem o benefício
Mudanças de renda, idade dos integrantes ou situação familiar podem alterar a composição do pagamento. Dados desatualizados também podem impedir que o sistema identifique corretamente os direitos da família.
As informações usadas para definir os adicionais estão no Cadastro Único. Por isso, o benefício recebido depende do cadastro de cada família, e não apenas da inscrição no programa.
Com informações de jornalcruzeiro.com.br.
Foto de capa: Senado Federal/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

