Estudos citados pelo Estadão associam a qualidade do sono à barreira cutânea, à aparência do rosto e à recuperação da pele.
Dormir bem também faz parte dos cuidados com a pele. Segundo o Estadão, o organismo passa por processos de recuperação e reparação durante o sono, e a pele depende dessa dinâmica para manter sua capacidade de se recompor.
Em um estudo mencionado pela publicação, mulheres com boa qualidade de sono tiveram menos sinais de envelhecimento cutâneo do que aquelas que dormiam mal. A recuperação da barreira da pele foi 30% maior entre as participantes que dormiam bem.
O que aparece após uma noite mal dormida
Pesquisadores compararam fotografias de pessoas após uma noite de sono adequado e depois de privação de sono. Nas imagens feitas depois da perda de descanso, foram observadas olheiras mais escuras, inchaço e vermelhidão nos olhos, além de pálpebras mais caídas e pele mais pálida.
A privação de sono também foi associada a uma percepção maior de linhas finas. Ao analisar as fotos, outros participantes consideraram as pessoas que haviam dormido menos mais cansadas, menos saudáveis e menos atraentes, de acordo com o material citado pelo Estadão.
Sono entra na rotina de cuidados
Os resultados reforçam que o chamado sono da beleza tem relação com a aparência facial e com a recuperação da barreira cutânea. A qualidade do descanso pode interferir tanto no aspecto imediato do rosto quanto na capacidade de reparação da pele.
O sono, porém, não substitui outras medidas de cuidado. Conforme a publicação, o descanso deve ser visto como um pilar complementar ao uso de protetor solar, à alimentação adequada e ao acompanhamento dermatológico.
O que muda para a rotina de skincare
A rotina de cuidados com a pele não se limita a hidratantes, cremes e proteção solar. O sono de qualidade também integra esse conjunto de hábitos, por contribuir para os processos de recuperação do organismo e para a aparência da pele.
Com informações de Estadão.
Foto de capa: Vyacheslav Argenberg/Wikimedia Commons (CC BY 4.0)
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